Bossa Nossa se apresenta em Serrana e Ribeirão Preto

AGENDA
 
Serrana
18 de maio (sexta-feira) | 20h30
Local: Fundação Cultural de Serrana (Rua Barão do Rio Branco, 339 – Centro)
Informações: (16) 3987-6071
Apoio: Fundação Cultural de Serrana
 
Ribeirão Preto
25 e 26 de maio (sexta e sábado) | 21h
Local: Teatro Santarosa (Praça Rotary Club, 325 - City Ribeirão)
Informações: (16) 3916-1350
Apoio: Rádio USP Ribeirão Preto
 
O espetáculo “Se não for para me fazer voar bem alto nem tire meus pés do chão” está de volta e será apresentado em quatro cidades nos próximos dias, todos com entrada gratuita. Produção pretende apresentar através da música popular brasileira um panorama das relações entre homem e mulher, especificamente no campo afetivo
 
O Coro Cênico Bossa Nossa está de volta para apresentar o espetáculo “Se não for para me fazer voar bem alto nem tire meus pés do chão”. Desta vez, as apresentações acontecem em quatro cidades da região. A primeira delas será no dia 04/05, em São Simão. No dia 05/05, acontece em Sertãozinho e 18/05 em Serrana. Ribeirão Preto encerra as apresentações, nos dias 25 e 26 de maio. Todas são gratuitas e acontecem através do Programa de Ação Cultural (ProAC) do Governo do Estado de São Paulo.
 
Participam do “Se não for para me fazer voar bem alto nem tire meus pés do chão” sete cantores e cantoras que interpretam músicas de grandes nomes da MPB, como Chico Buarque, Itamar Assumpção, João Bosco e Aldir Blanc, Pedro Luís e Carlos Rennó, Lupicínio Rodrigues, Lenine, Francisco Alves e Nilton Barros, Dolores Duran e até Mamonas Assassinas.
 
Magno Bucci, diretor cênico do grupo Bossa Nossa, explica que foi durante uma pesquisa - que durou mais de três anos - que o grupo buscou cantar o homem e a mulher em algumas situações de amor e desamor, inclusive abrangendo as novas relações humanas não convencionais. “A escolha do tema passou por crivos de toda ordem para assegurar a difusão do trabalho e também a qualidade e excelência do produto artístico musical”, revela.
 
Segundo Magno Bucci, a escolha do repertório foi pensada cuidadosamente para reunir compositores que tiveram a sensibilidade em retratar a relação afetiva do ser humano com poesia, transformando assim, muitas vezes, a dor da separação ou da perda em canto. Em outros momentos o humor também é usado para retratar essas situações. “São essas situações, e seus desdobramentos, que interessa apresentar artisticamente. Cantar a relação em vários tons, em vários momentos, em diferentes ocasiões”, explica Bucci.
 
O Espetáculo
 
A proposta não é contar uma história linear de sonhos, romanceada, em que homem e mulher se conhecem, namoram, casam e pouco tempo depois pequenas brigas geradas pela convivência se instala, para depois navegarem por um “mar de rosas”. Tudo dentro de uma alternância que, em muitas vezes, torna-se perene, outras se rompe – drástica, serenamente ou ressentida. “Incompatibilidades que se revelam para depois evoluírem para fases mais agudas, decepcionantes, infiéis”, mostra o diretor.
 
“Se não for para me fazer voar…” tem início com o coro em uma discussão fora de cena, entre homens e mulheres. O coro entra em cena, posiciona-se e começa a cantar Luzia, de Itamar Assumpção, na sequência dessa ação litigiosa, começa Valsa Brasileira, de Chico Buarque - uma ode autêntica, oposta à primeira canção. Em seguida canta-se Fogo e Gasolina, de Pedro Luís e Carlos Rennó - um retrato da relação e da atração.
 
“Vale dizer que a concepção do espetáculo, em nenhum momento, pensou em tornar o produto uma guerra dos sexos, opor homem e mulher, ou qualquer outra formação de casais”, mostra Magno Bucci. Segundo ele, o foco é na relação, independe de quem ama mais, quem é o maior traidor, quem é o mais maduro na relação.
 
A entrada é gratuita em todos os espetáculos, A retirada de ingressos deve ser feita na bilheteria de cada teatro, com uma hora de antecedência do início da apresentação.
 
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Colaboração: Alessandra Rotolo e Juliana Castro
 
https://youtu.be/5SPKBHIvHSU